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Crónicas de viajes: Guatemala.

03/12/2009

El jueves 22 de este mes, el Instructor Pedro Estela, la Profesora Yael Barcesat y yo emprendimos el viaje a Guatemala, para participar de la primera Expo Yôga Guatemala 2009, evento organizado para promocionar las diferentes corrientes y métodos que se enseñan y practican en ese país.

El viaje se extendió por unas nueve horas aproximadamente, incluida una rápida escala y cambio de avión en Panamá, país que nos recibió con un tórrido y húmedo abrazo, a pesar del esfuerzo que realizaban los acondicionadores de aire del aeropuerto Tocumen para evitarlo.

Al ir descendiendo sobre Guatemala, comenzamos a apreciar la belleza de un paisaje lleno de vegetación, con la ciudad capital ubicada al pie de volcanes, cuyas cumbres se escondían entre algodonosas nubes.

Observaba esa postal de naturaleza viva y pensaba en la civilización maya. Imaginaba a los habitantes de aquella cultura viviendo libres en el vergel que aparecía ante mis ojos, antes de la cruenta invasión llevada a cabo por Hernán Cortés y sus ambiciosas tropas, guiados por la codicia y el fanatismo religioso.

Todo Guatemala está impregnado de la cultura maya. Lo vemos en las ruinas de sus templos, en las vasijas, en las telas y en el tipo físico de sus moradores. Fue una civilización sobre la que aún existen muchos misterios por develar. Los historiadores afirman que se tiene poca información sobre los fundadores y primeros integrantes de esa imponente cultura.

En la actualidad, evidenciando que la historia la escriben los vencedores, se encuentran más testimonios de la presencia española, con sus iglesias, conventos, plazas, fuentes y construcciones coloniales. Debo reconocer que son hermosos lugares para visitar, pero no puedo dejar de sentir tristeza al comprobar la destrucción de una cultura por otra.

¿Qué habría sido de aquellos pueblos si hubieran podido seguir evolucionando sin el sometimiento y la violencia que produjo sobre ellos el invasor? No lo sabemos, pero seguramente el proceso habría sido diferente y tendríamos hoy la posibilidad de acceder a un conocimiento que está casi perdido, en la oscura noche de los tiempos.

El toque de las ruedas del avión sobre la pista me indica que hemos aterrizado y me sitúa en la realidad temporal.

Cumplidos los trámites migratorios y aduaneros, somos recibidos con cariño y hermosas flores por Maye, Carlos y Juanjo, todos integrantes del grupo de practicantes del Método DeRose en Guatemala. Nos hospedamos en el Hotel Tikal, en una suite muy cómoda, desde la cual podíamos observar el valle que ocupa la capital y los volcanes que la rodean.

Esa misma noche comenzaron las actividades en la sede que poseen Carlos y Maye, donde se organizó un sat sanga (reunión en buena compañía con mantras, charla, comidas sabrosas) y la participación de un grupo de sus alumnos.

Al día siguiente continuaron las actividades con prácticas a cargo del Instructor Pedro, cursos de coreografía dictados por la Profesora Yael y conferencias a mi cargo. Desde el primer día, el entusiasmo de los participantes fue incrementándose y las devoluciones de afecto fueron constantes.

El domingo se alternaron las conferencias y los cursos entre la sede de Carlos y Maye con el Museo Miraflores, punto principal de la Expo Yôga.

Como experiencia, nos permitió comprobar el buen trabajo que están realizando nuestros representantes en Guatemala y el concepto generalizado de profesionalismo y seriedad que existe sobre el Método DeRose en América Central. Esto se percibe al trabar contacto con instructores de otras líneas y países de la región.

Entre las actividades, pudimos realizar algunas escapadas “turísticas” para conocer barrios históricos de la ciudad, que están muy bien conservados y que recomiendo visitar a los viajeros que se aproximen a la linda Guatemala. No dejen de conocer la llamada Ciudad Antigua, con sus plazas y restaurantes llenos de flores y romanticismo.

Finalmente, con los sentidos cargados de imágenes, aromas, cariño y regalos, regresamos a Buenos Aires, con el deseo de volver pronto a ese hermoso país, donde mucha gente está interesada en aprender el Método DeRose.

Edgardo Caramella

Maestro del Método DeRose

Presidente de la Federación de Yôga de Buenos Aires (FIPPYBA)

Coordinador del Colegiado de Presidentes de Federaciones

www.edgardocaramella.com.ar

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A Companhia Swásthya de Artes Cênicas

30/11/2009

Em 2003, após anos de experiência como demonstradora de Yôga e criação de coreografias, a instrutora do Método DeROSE Laura Ferro reuniu na cidade de Curitiba – PR, um grupo de instrutores e demonstradores experientes para propor um novo trabalho sob um novo paradigma até esse momento não explorado. A idéia foi abraçada por todos os presentes. Mais de 30 pessoas se dispuseram a fazer parte do novo empreendimento.  A partir desse momento, Laura assumiu o trabalho como coreógrafa e diretora artística e funda a Companhia Swásthya de Artes Cênicas.

O primeiro ano de Companhia foi intenso em treinos e ensaios que focaram seu trabalho em pesquisa de movimentação, utilizando como principal ferramenta a filosofia antiga do Swásthya Yôga, sob um prisma artístico. A técnica corporal inspiradora (ásana) tem características notáveis em expressão da flexibilidade e intensa força muscular, movimentos sinuosos que primam pela excelência técnica e transmitem encanto e elegância. Possuem grande apelo estético e evidenciam verdadeiras esculturas corporais.

O alicerce técnico para o desenvolvimento dos espetáculos é o Método DeROSE que, como parceiro, contribui com o acervo desta cultura ancestral e com o preparo dos demonstradores, que fazem sua formação na Universidade de Yôga. Seleciona-se assim os melhores profissionais, garantindo a excelência técnica das suas apresentações.

O primeiro espetáculo teve sua estréia em 2004, na cidade de São Paulo, no teatro Elis Regina – Anhembi. E desde então vem se apresentando tanto no Brasil como no exterior. Seus espetáculos acontecem sempre com bilheteria esgotada e já conta com um público que acompanha sua trajetória em praticamente todas as capitais do país.

A Companhia atua principalmente na cidade de São Paulo, reunindo profissionais de todo o país. Conta com o apoio da Lei de Incentivo a Cultura e realiza além de espetáculos para teatro, apresentação própria para aberturas de eventos, intervalos entre palestras e congressos em geral. Oferece uma refinada concepção artística com coreografias customizadas.

Acesse ao site da Companhia Swásthya de Artes Cênica: www.ciadeartescenicas.com

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Confira os shows confirmados para 2010 no Brasil

16/11/2009

Método DeROSE - Shows confirmados no Brasil para 2010

Com os passar dos anos, a agenda de shows no Brasil tem ficado cada vez mais lotada e distante dos tempos em que todos reclamavam da falta de atrações internacionais. Agora o problema é outro: organizar prioridades para garantir os valiosos ingressos, já que estes continuam com preços pra lá de salgados.

 

Confira os shows que vêm por aí:

The Killers – 21 de novembro – SP
De volta ao Brasil com a turnê do álbum Day & Age, a banda de Brandon Flowers se apresenta na Chácara do Jockey no sábado (21). Ingressos são vendidos entre R$ 200 e R$ 350. O grupo faria uma apresentação no Rio, mas cancelou o evento. Informações: (11) 4003-1527.

Joss Stone – 21 e 22 de novembro – SP e Rio
A cantora britânica traz seu soul ao Brasil para shows no HSBC Arena (Rio – 21) e HSBC Brasil (SP – 22). Na capital carioca, os ingressos vão de R$ 70 a R$ 290. Em São Paulo, vão de R$ 70 a R$ 300. Informações: 4003 – 2330.

Natura Nós About Us – 22 de novembro – SP
No dia 22 de novembro sobem ao palco da Chácara do Jockey nomes como Afroregage, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Lenine, Jason Mraz e Sting. Os ingressos custam entre R$ 120 e R$ 500. Informações: (11) 4003-1527.

Jason Mraz – 26 de novembro – RJ
Depois do festival em São Paulo, o compositor americano ainda faz show no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, no dia 26. Ingressos custam entre R$ 180 e R$ 380. Informações: www.ingressorapido.com.br.

Festival Goiânia Noise – 25 a 29 de novembro – GO
Um dos maiores festivais alternativos do Brasil, o Goiânia Noise traz em sua edição 2010 o melhor do underground nacional e nomes já conhecidos como Vivendo do Ócio, MQN, Walverdes e Black Drawing Chalks. Com preços mais acessíveis, os ingressos variam de preço entre R$ 5 e R$ 20.

AC/DC – 27 de novembro – SP
Dispensando apresentações, os veteranos do AC/DC mostram a turnê Black Ice World Tour no dia 27 de novembro em São Paulo, no Estádio do Morumbi. Informações: (11) 4004-2060.

Beach Boys – 2 de dezembro – SP
Com apenas um integrante original em sua formação, o Beach Boys se apresenta no Credicard Hall e deve mostrar hits como Surfin USA eCalifornia Girls. Ingressos vão de R$ 40 a R$ 340. Informações (11) 2846-6000.

2010

Eagle Eye Cherry – 21 de janeiro – SP
Conhecido pelo hit Save Tonight, o compositor se apresenta no dia 21 de janeiro no Via Funchal. Ingressos custam entre R$ 100 e R$ 200. Informações: www.viafunchal.com.br.

Cranberries – 28/1 a 3/2 – RJ/SP/BH e Poa
A banda irlandesa famosa por hits como ZombieOde To My Family vem ao Brasil para shows no Rio de Janeiro (28/1), São Paulo (30/1), Belo Horizonte (31/1) e Porto Alegre (3/2).

Coldplay – 28/2 e 2/3 – SP e Rio
De volta ao Brasil, o Coldplay mostrará sua turnê de Viva La Vida no dia 28 de fevereiro (Rio – Praça da Apoteose) e 2 de março (São Paulo – Estádio do Morumbi). Informações no site www.ticketmaster.com.br e no telefone 4004-2060.

Franz Ferdinand – 18/3 a 23/3 – Poa/Rio/Brasília/SP
Depois de uma prévia de seu novo show em São Paulo, os escoceses do Franz Ferdinand voltam para uma turnê no Brasil passando por Porto Alegre (18/3), Rio de Janeiro (19/3), Brasília (21/3) e São Paulo (23/3).

 

Fonte: www.terra.com.br

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Google prepara lançamento de serviço online de música

21/10/2009

O Google está preparando um serviço de música online para ser lançado na semana que vem, segundo informações obtidas pelo site TechCrunch e pela revista Wired . Nas últimas semanas o gigante da internet teria se dedicado a costurar acordos com as principais gravadoras para garantir o conteúdo para o serviço, que pode se chamar “Google Audio”, “Google Music” ou “OneBox”.

Segundo o TechCrunch, o site será muito diferente do serviço de música que o Google já oferece na China. No país asiático os usuários podem buscar por canções e baixá-las de graça.

Pouco se sabe sobre a natureza do projeto, mas a Wired aponta que o Google não se tornará uma loja virtual de música. Segundo a revista especializada em tecnologia, o Google deverá oferecer uma busca aprimorada de músicas com função de streaming.

O Google já tem um serviço específico de busca por músicas. Basta escrever “music:” antes do nome da canção ou artista desejado e o site devolve diversos links relacionados, mas não há opção de se ouvir as músicas.

fonte: http://oglobo.globo.com/tecnologia/

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Mantra: Hara Hara Shankara Jaya

30/09/2009

A vibração dos ultra-sons que acompanham o “vácuo” das vocalizações, no caso da prática completa do Método DeROSE, tem a finalidade de desesclerosar os canais para que o prána possa circular. Prána é o nome genérico da bioenergia. Somente depois dessa limpeza é que se pode fazer pránáyáma. O SwáSthya Yôga utiliza centenas de mantras: kirtan e japa; vaikharí e manasika; saguna e nirguna mantras (clique aqui e veja o post sobre o assunto).

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Transliteração:

Hara Hara Shankara Jaya

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O Mantra: "Hara Hara Shankara Jaya"

O Mantra: "Hara Hara Shankara Jaya"

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Hara – é outro nome de Shiva, literalmente significa aquele que dá a luz (no sentido de sabedoria), as vestimentas, conquistador, removedor, destruidor, etc. Pode também ser escrito Hára, com o primeiro ‘a’ Longo.

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Jaya – é um tipo de saudação.

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Shankara – é um outro nome de Shiva, o Shiva sadhu, o Shiva que medita nas montanhas. Segundo o Sanskrit English Dictionary the Sir Monier Williams também pode ser: aquele que causa a prosperidade, o auspicioso, o beneficiente; Também é o nome de um dos filho de Skanda, uma serpente demônio, de um Chakra Vartin.

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Medalha do ÔM

30/09/2009

Medalha do ÔM em bronze

Medalha do ÔM em bronze

Ninguém pode negar que o ÔM seja um símbolo muito poderoso. Ele é forte pelo seu traçado yântrico em si, pela sua antiguidade, seus milhares de anos de impregnação no inconsciente coletivo, pelos bilhões de hindus que o usaram e veneraram, geração após geração, durante dezenas de séculos, desde muito antes de Cristo, antes de Buddha, antes da civilização européia existir e, durante esse tempo todo, toda essa gente fortaleceu a egrégora do ÔM!

Evidentemente, portando um tal símbolo, estabelecemos sintonia com uma corrente de força, poder e energia que é uma das maiores, mais antigas e mais poderosas da Terra. Por isso, muita gente associa com a idéia de proteção o uso de uma medalha com o símbolo do ÔM. Embora sejamos obrigados a reconhecer certa classe de benefícios dessa ordem, achamos que tal não deve ser a justificativa para portar a medalha, pois, agindo assim, ficaríamos susceptíveis de descambar para o misticismo, contra o qual a nossa linhagem de Yôga (Niríshwarasámkhya) é taxativa. Deve-se usá-la de forma descontraída e se nos dá prazer; se estamos identificados com o que ela significa e com a linhagem que representa. Não por superstição, nem para auferir benefícios.

Medalha do ÔM em prata

Medalha do ÔM em prata

A Medalha com o ÔM

Sendo objetivo da nossa linhagem perpetuar a autenticidade do Yôga Ancestral, assumimos um desenho do yantra ÔM reproduzido fotograficamente de um texto antigo encontrado em Rishikesh, nos Himalayas. Nenhum desenhista ocidental tocou nesse símbolo. Ele se mantém original como a orientação do nosso Yôga.

Graças à medalha, as pessoas estão o tempo todo se descobrindo, encontrando-se, conhecendo-se, ampliando seu círculo de amizades nos aeroportos, nos trens, nos ônibus, nos teatros, nos shows, nas universidades. Yôga significa união. Pois a medalha com o símbolo do Yôga está cumprindo muito bem essa proposta de unir as pessoas afins!

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Tipos de Mantras

30/09/2009

 "Mantra" em sâncrito

"Mantra" em sâncrito

Kirtans

Significa cântico. Kirtan é o mantra que possui várias notas musicais, várias palavras e possui tradução. Kirtan é um mantra extroversor, de atuação mais psicológica que fisiológica, e é menos poderoso que o japa.

Japas

Significa repetição. È a “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. O japa ideal tem uma só nota musical, uma só palavra, uma só sílaba e, de preferência, não tem tradução alguma. Contudo, pode-se executar um kirtan como japa. Para isso, acrescenta-se repetição intensiva. Não será um japa perfeito, mas pode ser classificado como japa sem risco de erro. Japa é um mantra introversor, de atuação mais fisiológica do que psicológica, e é muito mais forte que o kirtan.

 Método DeROSE - Mantras

Bíjas

Significa semente. É um tipo de japa com função específica para desenvolvimento de chakras. Cada chakra tem seu som-semente, seu bíja mantra, que desencadeia a ativação por ressonância, mediante a exaustiva repetição. Cuidado: mantra pronunciado de forma incorreta produz efeitos imprevisíveis.

Vaikharí mantra

Vaikharí significa vocalizado, verbalizado ou pronunciado. Provém do termo vák, palavra. Designa qualquer tipo de mantra que seja audível. Nessa categoria, incluem-se várias gradações, desde o mantra vocalizado em voluma alto ( que tem menos força), até aquele que é sussurrado (este, dos pronunciados, é o mais forte).

Manasika mantra

Manasika (pronuncie manássika) significa mental. Provém do termo manas (pronuncie manáss), mente. É a mais poderosa modalidade de mantra. Tanto faz que a prática seja de kirtan, japa ou bíja mantra. Executando-o mentalmente torna-se muito mais efetivo.

Saguna mantra

Saguna significa com atributo. Designa os mantras que têm tradução e aludem a algo que possa ser visualizado.

Nirguna mantra

Nirguna significa sem atributo. A esta categoria pertencem os mantras que são abstratos e não se referem a nenhuma pessoa ou objeto visualizável.

Likhita mantra

Likhita significa escrito. É o mantra grafado. Geralmente tal designação só se enquadra quando o Yôgin executa repetidas vezes o mesmo mantra por escrito, tal como se o estivesse entoando verbalmente. Shivánanda costumava encher folhas e folhas de papel com o ÔM. Essa prática também é usada para aprimorar a caligrafia do dêvanágarí.

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BLACK EYED PEAS FAZ FLASH MOB COM 20 MIL PESSOAS

17/09/2009

O Black Eyed Peas supreendeu ao fazer um flash mob durante uma apresentação ao vivo no programa da Oprah.  O rapper Will.i.am criou uma coreografia especial para o hit “I got a feeling” e convidou 800 fãs para participar. Instruídas por bailarinos, as 800 pessoas aprenderam os passos e ensinaram outras 20 mil pessoas que estavam presentes. Muito legal a atitude, quando as pessoas se reunem, conseguem fazer coisas incríveis!

Veja abaixo o resultado:

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O Que é o ÔM

15/08/2009

ÔM é o símbolo universal do Yôga, para todo o mundo, todas as épocas e todos os ramos de Yôga. Entretanto, cada Escola adota um traçado particular que passa a ser seu emblema. Uns são mais corretos, outros menos; uns mais elegantes, outros nem tanto; e alguns são iniciáticos, outros, profanos.

Embora haja várias maneiras de grafar o ÔM, ele jamais poderá ter pontas ou ângulos. Seu desenho conforme foi adotado na filosofia deve ser totalmente curvilíneo.

SwáSthya ÔM

ÔM não tem tradução. Contudo, os hindus o consideram como o próprio nome do Absoluto, seu corpo sonoro, devido ao amplo espectro de efeitos colhidos por quem o vocaliza de forma certa, ou o visualiza com um traçado correto.

Nas escrituras da Índia antiga o ÔM é considerado como o mais poderoso de todos os mantras. Os outros são considerados aspectos do ÔM e o ÔM é a matriz dos demais mantras. É denominado mátriká mantra, ou som matricial.

O ÔM é também o bíja-mantra do ájña chakra, isto é, o som-semente que desenvolve o centro de força situado entre as sobrancelhas, responsável pela meditação, intuição, inteligência, premonição e hiperestesia do pensamento. Por isso, é o mantra que produz melhores resultados para as práticas de dhyána e samyama, bem como desperta um bom número de siddhis.

SwáSthya ÔM

Formas de vocalizar o ÔM

Há sete formar de vocalizar o ÔM. É difícil explicar através de palavras, mas a seguir, constam uma guisa de registro para ajudar um pouco quem ainda não recebeu essa iniciação ou fazer recordar quem já teve esse privilégio.

Ninguém pode negar que o ÔM seja um símbolo muito poderoso. Ele é forte pelo seu traçado yântrico em si, pela sua antiguidade, seus milhares de anos de impregnação no inconsciente coletivo, pelos bilhões de hindus que o usaram e veneraram, geração após geração, durante dezenas de séculos, desde muito antes de Cristo, antes de Buddha, antes da civilização européia existir e, durante esse tempo todo, toda essa gente fortaleceu a egrégora do ÔM!

Evidentemente, portando um tal símbolo, estabelecemos sintonia com uma corrente de força, poder e energia que é uma dasSwáSthya ÔMmaiores, mais antigas e mais poderosas da Terra. Por isso, muita gente associa com a idéia de proteção o uso de uma medalha com o símbolo do ÔM. Embora sejamos obrigados a reconhecer certa classe de benefícios dessa ordem, achamos que tal não deve ser a justificativa para portar a medalha, pois, agindo assim, ficaríamos susceptíveis de descambar para o misticismo, contra o qual a nossa linhagem de Yôga (Niríshwarasámkhya) é taxativa. Deve-se usá-la de forma descontraída e se nos dá prazer; se estamos identificados com o que ela significa e com a linhagem que representa. Não por superstição, nem para auferir benefícios.

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Mantra – Milênios de vibração sonora

12/08/2009


El célebre Maestro Shivánanda nos cuenta en su libro Nada Yôga, Kriyá Yôga, Tantra Yôga “…hemos oído cómo Tansen podía hacer llover mediante el mantra…”

Nos transmite relatos sobre lamas tibetanos que a través de sonidos provocados con trompetas y tambores dispersaban las nubes o las juntaban para hacer llover…Todo nos evidencia el poder asociado al sonido.

El sonido está en todo. Todo vibra, el propio sonido es lo que sostiene todo lo que existe.

Por ello, cuando hablamos del mantra Ôm, decimos que es el cuerpo sonoro del absoluto. Si el sonido que proferimos está sobrecargado con fuerza anímica, trascendente, se transforma en algo poderoso que puede incidir incluso sobre otras manifestaciones de vida.

Las propias religiones nos lo decían. Podemos citar a la Biblia: En el principio era el verbo, y el verbo estaba con Dios y el verbo era Dios. El verbo de la Biblia era el Sabda Brahman hindú. Palabra, sonido y mantra son partes integrantes de la cosmología hindú y no pueden separarse de ella.

¿Qué es cosmología? “Conocimiento filosófico y astronómico de las leyes generales que rigen el mundo físico”, según el Diccionario de la Real Academia Española.

Tomando principios cosmológicos, fuera del campo de la teoría, el japa o repetición del mantra es una herramienta que pone en funcionamiento, por medio de la práctica, la energía contenida en las distintas formas de materias, más o menos densas.

Hemos observado cómo los animales son seducidos por la música; de allí la frase la música calma a las fieras… Esa reacción en los seres de nivel pre racional demuestra que existe cierta relación entre el sonido y la mente. Y que la mente rápidamente corre hacia el sonido, y así olvida por completo el mundo externo.

Podemos deducir que hay una tendencia natural y hasta instintiva de animales y seres humanos a encontrar bienestar en el sonido, evitando la dispersión mental. Mediante el uso de vocalización de mantras, los practicantes del Método DeRose podemos hacerlo de manera consciente y con resultados mejores. Para ello, el Método posee una selección de antiguos mantras en sánscrito, que son parte integrante del SwáSthya Yôga.

La palabra mantra se puede traducir como vocalización. Se integra del radical man (que significa pensar) y tra (instrumento).

Podríamos decir entonces que mantra es una herramienta o instrumento que se utiliza para alcanzar la “supresión de la inestabilidad de la conciencia” o intuición lineal, más conocido como estado de meditación.

Mantra puede ser cualquier sonido, sílaba, palabra, frase o texto que tenga un poder específico. En caso de ser vocalizados, deben ser en sánscrito, que es una lengua muerta y no sufre las modificaciones propias de las lenguas que están vivas.

Para comenzar, escuche su corazón latiendo, recójase en él, concéntrese, aquiete la inestabilidad de sus pensamientos y descubra la plenitud de un estado de total intimidad.

Mestre Edgardo

Mestre Edgardo

Edgardo Caramella

Maestro de SwáSthya Yôga

Presidente de la Federación de Yôga de Buenos Aires (FIPPYBA)

Coordinador del Colegiado de Presidentes de Federaciones

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